DEL LATIFUNDIO A LOS MINIFUNDIOS: TRABAJAR LA ESPECIALIZACIÓN


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La cuarta Revolución industrial, está aquí y ha llegado para quedarse. Nadie duda de que traerá beneficios para la economía y la sociedad, pero ¿Estamos Preparados?

Estamos ante una nueva economía donde hemos pasado de gestionar la escasez a gestionar la abundancia, donde hay más oferta que demanda y donde las necesidades básicas están más que cubiertas, estar en el medio (ser del montón) no es una opción, lo que haces lo tienes que hacer no bien, si no muy bien. Y es por eso que trabajar la especialización como mecanismo para buscar la diferenciación se torna un aspecto fundamental. ¿Latifundios y minifundios? ¿Y ahora qué hacemos?.

No es por casualidad que la nueva industria financiera llamada Fintech, que pretende aplicar la tecnología para mejorar las actividades financieras buscando hacer las cosas muy bien y con un claro foco en el cliente, sea una versión minifundista de lo que podríamos llamar los grandes latifundios financieros por todos conocidos. Pero éste, no deja de ser un ejemplo de muchos.

La Especialización en una industria, en un mercado, en un sector, en las necesidades de un tipo de clientes, es una gran oportunidad para ser reconocidos positivamente y salir de esa inercia “low cost”, de erosión precios, a la que nos ha llevado la sociedad de la abundancia.

En algunas industrias, la especialización no se cuestiona, sin tengo un dolor de muelas, no lo dudo un momento, me dirijo a un odontólogo, entendiendo que en el campo de la medicina es el especialista que mejor está capacitado y tiene más experiencia para tratar dicha dolencia. En un mundo en el que la variable tiempo juega un papel fundamental (matamos por ganar minutos en nuestros día a día), ir a un médico generalista nos desposicionaría como empresa y como individuos.

El que una  empresa tenga un enfoque basado en la especialización, hará que la percepción que los clientes tengan hacia la oferta sea mejor, haciendo que éste sea más proclive a la compra, una compra en la que está dispuesto a pagar un extra por recibir ese servicio fino y de detalle que lleva intrínseco el ser muy bueno el algo.

Estableciendo un símil con el mundo agrario, estoy convencida de que viviremos, si no estamos viviendo ya, una versión moderna del concepto latifundista minifundista, en este caso, con matices muy importantes a favor de los minifundios, que apoyándose en la tecnología que hasta hace poco estaba sólo al alcance de los grandes, basando su estrategia 100% en la especialización y con un claro enfoque al cliente, pasaran por la izquierda a muchos de siempre.

Y como personas, como profesionales ¿Qué HACEMOS?, mi recomendación es que a lo que ya sabemos hacer le dotemos de grandes dosis de humanidad, de empatía, como ya comentaba en el artículo anterior,  en un contexto de tanta automatización, la próxima revolución que viviremos, será la revolución de las emociones, y en este sentido ser especialistas en este campo, sólo suma.


FROM LARGE TO SMALLHOLDINGS: WORK THE SPECIALIZATION

The fourth industrial revolution is here and it is here to stay. Nobody doubts that it will bring benefits for the economy and society, but ARE WE READY?

We are facing a new economy where we have gone from managing scarcity to managing abundance, where there is more supply than demand and where basic needs are more than covered. Being in the middle is not an option, what you do, you have to do it well, very well. And that is why working with specialization as a mechanism to seek differentiation becomes a fundamental aspect. Large and small holdings? So, what can we do now?.

It is not by chance that the new financial industry called Fintech, which aims to apply technology to improve financial activities seeking to do things very well and with a clear focus on the client, is a small-scale version of what we might call the large financial holdings, well known by all. But this is only an example of many.

The specialization in an industry, in a market, in a sector, in the needs of a type of clients, is a great opportunity to be positively recognized and to get out of the "low cost" inertia, the price erosion, to which the abundance society has taken us.

In some industries, the specialization is not questioned. If I have a toothache, I do not doubt it, I go to a dentist, understanding that in the field of the medicine is the specialist who is better trained and has more experience to treat this specific condition. In a world in which the time is key (we kill to have more time in our day to day basic), going to a generalist doctor would lose our position us as a company and as individuals.

A company with an approach based on specialization, will make customers have the perception that the offer is better, making it more inclined towards the purchase, a purchase in which is willing to pay an extra for receiving that good and great service that comes by default when you are strong at anything.

Establishing a simile with the agrarian world, I am convinced that we will live, if we are not already living, a modern version of the large and smallholding concept, in this case, in favor of the small ones, that using the technology (in the past only accessible to large companies), basing their strategy 100% on specialization and with a clear focus on the client, they will overtake their opponent.

And as people, as professionals, WHAT DO WE DO?, my recommendation is to add to what we do very well a great doses of humanity and empathy, as I mentioned in the previous article, in a context of high automation, the next revolution that we will live, will be the emotions´ revolution, and in this sense, be leading specialists in this field, is an asset.


DO LATIFÚNDIO AO MINIFÚNDIO: TRABALHE A ESPECIALIZAÇÃO

A quarta revolução industrial, está aqui e veio para ficar. Ninguém duvida que isso traga benefícios para a economia e a sociedade, mas estamos prontos?

Estamos enfrentando uma nova economia em que passamos de gerenciar a escassez para o gerenciamento da abundância, onde há mais provisão do que a demanda e onde as necessidades básicas são mais do que cobertas, estar no meio não é uma opção, o que você faz deve fazer muitissimo bem. E é por isso que trabalhar a especialização como mecanismo que procura a diferenciação torna-se um aspecto fundamental. Latifúndios, minifúndios? E agora que fazemos?.

Não é por acaso que o novo setor financeiro chamado Fintech, que pretende aplicar tecnologia para melhorar as atividades financeiras buscando fazer coisas muito bem e com um foco claro no cliente, é uma versão em pequena escala do que poderíamos chamar um latifundiário financeiro bem conhecidos por todos. Mas este é so um exemplo de muitos.

A especialização em uma indústria, em um mercado, em um setor, nas necessidades de um tipo de clientes, é uma ótima oportunidade para ser positivamente reconhecido e para sair dessa inércia de "low cost", de erosão de preços, que trouxe a sociedade da abundância.

Em algumas indústrias, a especialização não é questionada. Se eu tiver dor de dente, não duvido por um momento, vou a um dentista, entendendo que, no campo da medicina, o especialista é melhor treinado e tem mais experiência para tratar essa doença. Em um mundo em que a variável tempo é fundamental (matamos por ter mais tempo no nosso dia), ir a um médico geral faz que nós perdamos posições como empresa e como indivíduos.

Que uma empresa tenha uma abordagem baseada na especialização, tornará a percepção que os clientes têm em relação à oferta tornando-se mais propenso a comprar, uma compra na qual está disposta a pagar um extra por receber esse bom e ótimo serviço que vem por padrão quando você é forte em qualquer coisa.

Estabelecendo um símile com o mundo agrário, estou convencida de que viveremos, se ainda não estamos vivir, uma versão moderna do conceito de latifúndio, minifúndio, neste caso, em favor dos pequenos que fazem uso da tecnologia (no passado, apenas acessível a grandes empresas), baseando sua estratégia em 100% na especialização e com um foco claro no cliente, eles ultrapassarão aos adversários.

E como pessoas, como profissionais, O QUE FAZEMOS ?, minha recomendação é que ao que já sabemos fazer, adicione-mos uma boa dose de humanidade e de empatia, como mencionei no artigo anterior, em um contexto de tanta automação, a próxima revolução que viveremos, será a revolução das emoções e, neste sentido, ser especialistas neste campo, é um grande activo.

Raquel SerradillaComment